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| Em Blue Jasmine, Woody Allen dirige Cate Blanchett e Alec Baldwin. |
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| Em Blue Jasmine, Woody Allen dirige Cate Blanchett e Alec Baldwin. |

É com a pergunta do título que Mario Vargas Llosa, Nobel da Literatura de 2010, nos instiga a desvendar o seu romance Travessuras da menina má. Juro, não sou daqueles que acredita em amor propriamente dito, muito menos à primeira vista. Desprezo romantismos. Mas a história de Ricardo e a menina má tomou minha atenção por semanas, tanto que hoje considero as Travessuras - ao lado do Ensaio sobre a cegueira de Saramago e das Ficções de Borges - meu livro favorito.
Minha caminhada como leitor foi grande, passei por várias fases - gibis, mangás, quadrinhos - até finalmente chegar à literatura. E ainda hoje tenho grande apreço por cada uma dessas fases. Portanto, não é segredo, pelo menos para os meus amigos, o fato de eu ser um grande fã de histórias em quadrinhos. Infelizmente, ainda hoje, as histórias em quadrinhos são tidas como uma espécie de "arte menor" por supostamente terem um conteúdo de teor infantil. Todavia, embora poucos tenham conhecimento, nem todos os quadrinhos são sobre crianças aventureiras e heróis superpoderosos, foi na Nona Arte que surgiram diversas obras-primas adultas, como Maus de Art Spiegelman, Persépolis de Marjane Satrapi, 300 de Frank Miller, V de Vingança de Alan Moore e Sandman de Neil Gaiman.
Depois de ler Grande Sertão: Veredas, procurei por uma leitura mais leve, e eis que me
apareceu um livro juvenil intitulado As
vantagens de ser invisível, de Stephen Chbosky. Juro que não
tinha muitas expectativas quanto à qualidade literária da obra, porém Chbosky
conseguiu me surpreender com sua escrita única e personagens encantadores e,
mais além, deixou-me atormentado indagando o porquê de não ter lido esse
livro durante os meus 15/16 anos.
Diz-se que existem três poderes: o Legislativo, o Judiciário e o Executivo. Mas, na verdade, há um quarto poder: a Mídia, cuja grande habilidade é a de influenciar. E, no mundo atual, a maior expressão da Mídia é a televisão, mantida a partir da publicidade e da propaganda, que buscam, acima de tudo, vender produtos, opiniões e estilos de vida.
Em 1970, foi lançado, no Recife, com um concerto musical e uma exposição de artes plásticas, o Movimento Armorial, cujo objetivo era "realizar uma arte erudita brasileira a partir das raízes populares da nossa cultura". O idealizador desse manifesto foi ninguém menos que Ariano Suassuna, autor do famoso Auto da Compadecida e membro da Academia Brasileira de Letras.

Quando estava no último ano do Ensino Fundamental, apresentei um seminário sobre o Subcontinente Indiano - região formada por Índia, Paquistão, Bangladesh, Nepal, Butão, Sri Lanka e Maldivas - e, ao fazer o estudo para o seminário, fiquei fascinado por essa região. Que jovem, aliás, não fica fascinado ao ouvir histórias de lugares exóticos? Algumas semanas atrás, ao fazer uma visita ao site da National Geographic Brasil, eis que me aparece uma reportagem sobre o Butão, esse pequeno país localizado na Cordilheira do Himalaia.