Facebook sentimental

Inveja. Esse é um dos sentimentos estimulados pelo Facebook, segundo uma pesquisa realizada em conjunto pela Universidade de Humboldt e Universidade Técnica de Darmastadt. O estudo, intitulado em português “Inveja no Facebook: Uma Ameaça Oculta à Satisfação da Vida dos Usuários?”, sugere que os usuários dessa rede social em questão são passíveis de despertar sentimentos negativos, devido, dentre outros motivos, à facilidade de comparação a que estão sujeitos.

O retorno



Sentiram a nossa falta? Pois é, tiramos um pequeno recesso. Sabe como é... Somos jovens e, de vez em quando, temos vida fora da internet. Enfim, ano novo, vida nova e, claro, nós da equipe Fragmentos estávamos pulando nossas sete ondas e fazendo nossos votos e oferendas. Nesse meio tempo, tivemos algumas reuniões para decidir o futuro do blog. O resultado dessas reuniões foi uma grande mudança no conteúdo: a partir de agora seremos um blog de memes. Segue abaixo o nosso novo padrão:


Acalmem-se, caros leitores. O blog continuará com o seu padrão de textos sem memes. Agora vamos para as verdadeiras novidades:

1. Lembram dos especiais mensais? Pois é, isto non ecziste! Quer dizer, ainda haverão especiais esporadicamente, por motivo de alguma data excepcional ou algo assim, mas a partir de agora eles não mais serão publicados com regularidade.

2. Alguns de nossos membros se foram. Não, eles não morreram. Entretanto, devido a suas novas ocupações com a faculdade e o trabalho, tiveram que nos deixar. E os desertores em questão são os seus amados Bruno Miranda e Yasmin Oliveira. Mas mantenham a calma, pessoal, o que eles produziram continuará aqui para sempre, pois nosso advogado mandou. Portanto, podem continuar a lê-los e indicá-los, caso o desejarem.

3. Temos um novo integrante na família Fragmentos: Helder Filho, secretamente chamado de Eustácio. Após uma série de testes físicos e intelectuais  incluindo várias redações, resenhas e, claro, exames médicos , em uma árdua competição com vários outros concorrentes, nosso querido e mais novo amigo, Helder, será um de nossos colunistas.

Agradecemos a todos por continuar nos acompanhando e keep calm que amanhã estaremos de volta à ativa.

"'Cause I'm back! Yes, I'm back!
Well, I'm back! Yes, I'm back!
Well, I'm baack, baack
Well, I'm back in black
Yes, I'm back in black!"

Fonte da imagem: Tirinha Memes.

Voláteis

Um dia fui à livraria, pois já havia terminado de ler um livro e estava querendo começar outro. No entanto, dessa vez, eu não procurava mais uma literatura estrangeira, que é o que eu, e creio que a maioria das pessoas, mais leio. Dessa vez eu queria algo novo, diferente. Portanto, fui direto à sessão de literatura brasileira. Estando lá, não busquei por livros conhecidos, dos quais eu já havia sido indicada ou nada do tipo, o meu gosto pelos livros é meio estranho. Na verdade, eu nem gosto muito que as pessoas me indiquem, isso faz com que, de alguma forma, o livro perca o “encanto”. Digo isso porque os livros dos quais eu mais gostei foram exatamente os que eu mesma escolhi, sem a interferência de ninguém.

Realizei, portanto, o meu ritual de sempre. Fui à livraria, olhei os livros, um por um, na sessão brasileira e, de repente, um livro em especial me chamou a atenção. Era um livro do qual eu nunca tinha ouvido falar, muito menos do autor, mas que, de alguma forma, me conquistou. Gostei da imagem da capa, do título e, quando o abri, adorei o modo como ele era dividido. O motivo pelo o qual eu não reconheci o autor foi pelo fato de ele realmente não ser um autor conhecido e, devido a isso, estar no projeto Coleção Fora dos Eixos, que pretende revelar talentos literários fora do eixo Rio-São Paulo.

Nem coitados, nem ignorados

O Brasil é um país que, cada vez mais, trabalha para promover a inclusão social. Entretanto, seus avanços ainda não foram suficientes para alcançar todos; o preconceito dos brasileiros ainda existe e é bastante perceptível; e, além disso, o pior é observar o descaso tanto dos cidadãos, como dos setores - públicos e privados - em relação às diferenças, principalmente as limitações - sejam elas físicas ou psíquicas.

Para algumas pessoas, uma escada pode ser um obstáculo impossível de ser superado sozinho, mas, ainda assim, não vemos rampas o suficiente - e, quando há, muitas vezes são colocadas apenas com o intuito de facilitar o transporte de mercadorias em carrinhos. Casos como esses, que aceitamos como normais, contribuem para o isolamento de pessoas com limitações físicas.