Um vício chamado séries
Histórias muito envolventes, dramáticas, tristes, emocionantes, que dão medo ou que nos arrancam risadas. As séries fazem parte da "vida social" e da rotina da sociedade, principalmente dos jovens de hoje em dia, e variadas são as opções: conto de fadas (Once Upon a Time), terror (The Walking Dead, American Horror Story, Supernatural), suspense (Pretty Little Liars, The Vampire Diaries, Fringe, Dexter) e, claro, comédia (Two and a Half Men, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, Modern Family, The Office, Glee), entre outros gêneros. Quem nunca perdeu madrugadas de sono pela ansiedade de assistir o próximo episódio ou nunca se desesperou por perder um download no finalzinho não sabe da emoção que é viver em uma outra realidade durante aproximadamente 45 minutos.
Ray
Ray Charles Robinson, ou apenas Ray Charles, como é
conhecido, não é nenhum artista novo, tampouco desconhecido. Acredito eu que a
maioria das pessoas já esteja familiarizada com a sua imagem. Porém, não são
muitos os que já dedicaram um tempo a conhecer sobre sua vida e música,
principalmente quando se trata das pessoas mais jovens.
Ray nasceu em 23 de setembro de 1930, durante a Grande
Depressão. Filho de negros pobres, foi criado basicamente pela mãe, Aretha,
junto com o irmão mais novo. Ao
contrário do que muitos pensam, Ray não nasceu cego. O cantor só perdeu a visão
aos sete anos de idade – ninguém sabe exatamente o porquê. Porém, antes que isso
acontecesse, Ray assistiu à morte do irmão, que se afogou em uma bacia enquanto
brincavam. Tal acontecimento assombrou Charles durante toda a sua vida - e impulsionou seu vício em heroína, do qual, posteriormente, conseguiu se livrar -,
principalmente pela culpa que sentia por não tê-lo salvo.
O cemitério dos vaga-lumes
Quando as pessoas costumam falar sobre o Japão, é normal relacionarem o mesmo a um país desenvolvido, com muitas tecnologias e riquezas. Enfim, as pessoas veem o Japão apenas como ele é hoje. Agora, pare e imagine o país durante a Segunda Guerra Mundial. Imagine um Japão cheio de miséria, dor e sofrimento.Dirigido por Isao Takahata e produzido pelo estúdio de animação Ghibli, o filme Hotaru no Haka ("O túmulo dos vaga-lumes"), apesar de ficção, relata exatamente a vida de muitas pessoas durante esse período.

